segunda-feira, 23 de março de 2009

O BENZEDOR QUE VIU NOSSA SENHORA

Ricardo Abreu

Em tempo idos, quando a cidade de Itacoatiara era apenas um pequeno povoado onde atualmente é o centro, existiu um homem conhecido como José Higino, um benzedor de crianças que atendia todas as mães que o procuravam com seus filhos doentes. A fé era tanta na reza do benzedor que as criancinhas saravam e nada cobrava pelos serviços.
Mas Higino tinha um grande defeito, que era de tomar suas pingas nos finais de semana. Uma noite, ele bebeu além da conta e quando caminhava para sua residência sentou no banco da praça 13 de Maio e logo se agasalhou para dormir. Naquele tempo não tinham os perigos que tem hoje, as pessoas podiam dormir nos bancos das praças tranquilamente que não seriam perturbadas por marginais. Lá pelas tantas da madrugada, Higino acordou com uma lua esplendorosa cobrindo toda a praça e em pé na sua frente, uma bela senhora vestida toda de branco que refletia uma luz suave em sua volta e olhava para ele com ternura. Filho quantas criança você deixou de atender hoje? quntos inocentes precisaram dos seus conhecimentos? você tem uma missão aqui na terra e precisa realizar-la com todo amor e carinho, pois amor, esperança e fé é tudo que as pessoas precisam ter e acreditar.
Higino o benzedor no dia seguinte contor pra todo mundo que tinha visto Nossa Senhora do Rosário e que apartir daquele momento não colocaria uma única gota de pinga na boca. A historia se espalhou pela pequna cidade. Os anos passaram e a história de higino continuou sendo contada de geração em geração.

INDEPENDÊNCIA EMOCIONAL











Pôr-do-sol em Itacoatiara

Autor: Paulo Coelho

“No início da nossa vida e de novo quando envelhecemos, precisamos da ajuda e a afeição dos outros. Infelizmente, entre estes dois períodos da nossa vida, quando somos fortes e capazes de cuidar de nós, negligenciamos o valor da afeição e da compaixão. Como a nossa própria vida começa e acaba com a necessidade da afeição, não seria melhor praticarmos a compaixão e o amor pelos outros enquanto somos fortes e capazes?”
As palavras acima são do atual Dalai Lama. Realmente é muito curioso ver que nos orgulhamos de nossa independência emocional. Claro, não é bem assim: continuamos precisando dos outros nossa vida inteira, mas é uma “vergonha” demonstrar isso, então preferimos chorar escondidos. E quando alguém nos pede ajuda, esta pessoa é considerada fraca, incapaz de controlar seus sentimentos.
Existe uma regra não escrita, afirmando que “o mundo é dos fortes”, o que “sobrevive apenas o mais apto.” Se assim fosse, os seres humanos jamais existiriam, porque fazem parte de uma espécie que precisa ser protegida por um largo período de tempo (especialistas dizem que somos apenas capazes de sobreviver por nós mesmos depois dos nove anos de idade, enquanto uma girafa leva apenas de seis a oito meses, e uma abelha já é independente em menos de cinco minutos).
Estamos neste mundo. Eu, de minha parte, continuo - e continuarei sempre – dependendo dos outros. Dependo de minha mulher, meus amigos, meus editores. Dependo até mesmo dos meus inimigos, que me ajudam a estar sempre adestrado no uso da espada.
Claro, existem momentos que este fogo sopra em outra direção, mas eu sempre me questiono: onde estão os outros? Será que me isolei demais? Como qualquer pessoa sadia, necessito também de solidão, de momentos de reflexão.
Mas não posso me viciar nisso.
A independência emocional não leva a absolutamente lugar nenhum – exceto a uma pretensa fortaleza, cujo único e inútil objetivo é impressionar os outros.
A dependência emocional, por sua vez, é como uma fogueira que acendemos.
No início as relações são difíceis. Da mesma maneira que o fogo é necessário conformar-se com a fumaça desagradável - que torna a respiração difícil, e arranca lágrimas do rosto. Entretanto, uma vez o fogo aceso, a fumaça desaparece, e as chamas iluminam tudo ao redor – espalhando calor, calma, e eventualmente fazendo saltar uma brasa que nos queima, mas é isso que torna uma relação interessante, não é verdade?
Comecei esta coluna citando um prêmio Nobel da Paz sobre a importância das relações humanas. Termino com o professor Albert Schweitzer, médi­co e missionário, que recebeu o mesmo prêmio Nobel, 1952.
"Todos nós conhecemos uma doença na África Central chamada de doença do sono. O que precisamos saber é que existe uma doença semelhante que ataca a alma - e que é muito perigosa, porque se instala sem ser percebida. Quando você notar o menor sinal de indiferença e de falta de entusiasmo com relação ao seu semelhante, fique alerta!”
"A única maneira de prevenir-se contra esta doença é entendendo que a alma sofre, e sofre muito, quando a obrigamos a viver superficialmente. A alma gosta de coisas belas e profundas”.

DIRETORES E SECRETÁRIOS DO VITAL DE MENDONÇA

Primeiro nome da Escola: Escola Comercial de Itacoatiara (1952)
1952 - Olga de Morais Rego Figueiredo (diretora)
Amélia da Costa Benarrós (secretária)
1953 - Galdino Girão de Alencar (diretor)
Amélia da Costa Benarrós (secretária)
1954 - Viriato Rodrigues Vieira (diretor)
Amélia da Costa Benarrós (secretária)
1957 - Olga de Morais Rego Figueiredo (diretora)
Amélia da Costa Benarrós (secretária)
1958 - Pedro da Silva Costa (diretor)
Amélia da Costa Benarrós (secretária)
1961 - Nayde Vasconcelos (diretora)
Aracylia Medeiros de Oliveira (secretária)
1962 - Lia Maria Alves de Vasconcellos Dias (diretora)
Lineu Raimundo Borsa Lima (secretário)
Segundo nome da Escola: Ginasio Comercial "Deputado Vital de Mendonça" (1963)
Decreto Lei nº 57 de 14.03.1963 - G.E./AM
1967 - Lia Maria Alves de Vasconcellos Dias (diretora)
Lineu Raimundo Borsa LIma (secretário)
1970 - Hemir Figueiredo de Menezes (diretora)
Anésia Paula Vital de Morais (secretária)
Terceiro nome da Escola: Escola Estadual de 1º e 2º Graus Deputado Vital de
Mendonça (1973)
1973 - Hemir Figueiredo de Menezes (diretora)
Lineu Raimundo Borsa Lima (secretário)
1980 - Hemir Figueiredo de Menezes (diretora) Portaria GS nº 2329/80
Cândida Romana Cantuaria de OLiveira (secretária) Portaria GS nº 1871/80
1983 - Lazaro José Cantuaria Carlos (diretor) Portaria GS nº 0316/83
Cândida Romana Cantuaria de OLiveira (secretária) Portaria GS nº 1871/80
1985 - JOsé Gama Filho (diretor) Portaria GS nº 0720/85
Cândida Romana Cantuaria de OLiveira (secretária) Portaria GS nº 1871/80
1987 - Maria Hermelinda Menezes Rodrigues (diretora) Portaria GS nº 1041/87
Cândida Romana Cantuaria de OLiveira (secretária) Portaria GS nº 1871/80
1988 - Maria Hermelinda Menezes Rodrigues (diretora) Portaria GS nº 1041/87
Cândida Romana Cantuaria de OLiveira (secretária) Portaria GS nº 2270/87
1989 - Carlos Corrêa da Silva (diretor) Portaria GS nº 2623/89
Cândida Romana Cantuaria de OLiveira (secretária) Portaria GS nº 1705/89
1991 - Sônia Costa Maquine (diretora) Portaria GS nº 3692/91
Cândida Romana Cantuaria de OLiveira (secretária) Portaria GS nº 1705/89
1993 - Sônia Costa Maquine (diretora) Portaria TP 11.713/91
Rita Maria de Azevedo Chaves (secretária) Portaria TP 11.712/93
Quarto nome da Escola: Escola Estadual Deputado Vital de Mendonça (1996)
1997 - Aurileide Rabelo Simões (diretora) Portaria GS nº 1390/97
Rita Maria de Azevedo Chaves (secretária) Portaria TP 11.712/93
1998 - Manoel Domingos de Castro Oliveira (diretora) Portaria nº 1050/98
Rita Maria de Azevedo Chaves (secretária) Portaria TP 11.712/93
2001 - Maria Roseane Rodrigues (diretora) Portaria GS nº 226/01
Rita Maria de Azevedo Chaves (secretária) Portaria TP 11.712/93
2002 - Ednilza Maria de Araújo Costa (diretora) Portaria GS nº 232/02
Benedita Pereira Fernandes (secretária) Portaria GS nº 2063/02
2003 - Ednilza Maria de Araújo Costa (diretora) Portaria GS nº 232/02
Célia Maria Garcia Rego (secretária) Portaria GS nº 36/03
2005 - Maria do Rosario Grana de Assis (diretora interina de 28/12/05a 15/02/06) Portaria
interina nº 003/06
Célia Maria Garcia Rego (secretária) Portaria GS nº 36/03
2006 - Maria Anunciação Serudo Rebelo (gestora) Portaria GS nº 132/06
Célia Maria Garcia Rego (secretária) Portaria GS nº 36/03
2007 - Maria Anunciação Serudo Rebelo (gestora) Portaria GS nº 132/06
Célia Maria Garcia Rego (secretária) Portaria GS nº 36/03
2008 - Carla Maria Lúcia de Castro Barbosa (gestora) Portaria GSE 20 - 08/01/2008
Adail Teixeira de Matos (secretário) Portaria GSE 1 - 03.01.2008
2009 - Carla Maria Lúcia de Castro Barbosa (gestora) Portaria GSE 20 - 08/01/2008
Adail Teixeira de Matos (secretário) Portaria GSE 1 - 03.01.2008

sexta-feira, 13 de março de 2009

COMUNIDADE SÃO JOSÉ DA PRIMEIRA PONTE




Igreja de São José
INFORMANTE: Daniel de Souza Barbosa
Aos 18 dias do mês de julho de 1999.
Às 16h30min horas (04h30min) na Estrada AM- 010 km 21, no barracão ao lado da Igreja Evangélica, fundava-se a Comunidade São José da Primeira Ponte.
O Pastor Gumercindo Pereira de Souza reuniu um grupo de 48 moradores da localidade que reunidos decidiram fundar a comunidade, e em seguida houve a escolha do Presidente por votação secreta. Seis candidatos concorreram à eleição, saindo-se vencedor o senhor Gumercindo Pereira de Souza com um total de 21 votos contra o segundo colocado o senhor Francisco Pedro de Souza Lima com um total de 09 votos que se tornaria o Vice-Presidente.
No dia 26 de julho de 1999 foi feita a escolha da primeira diretoria da comunidade:
1º Secretário (a): Maria Gracilene Rodrigues Pinto
2º Secretário (a): Abernailson dos Anjos Souza
1º Tesoureiro (a): Frankimar Paz de Castro
2º Tesoureiro (a): Thales Pereira Vieira
OS PRIMEIROS PRESIDENTES
Gumercindo Pereira de Souza – Governou de 1999 a 2001.
Abenailson dos Anjos Souza – 2001 a 2003.
Francisco Pedro de Souza Lima – 2003 a 2005.
Manoel Duarte Vieira – 2005 a 2007.
MORADORES MAIS ANTIGOS DA COMUNIDADE
Francisco Pedro de Souza Lima (Chiquinho)
Francisco Valentino (Xexeu)
Maria Dolores (Dona Preta)
Pedro Rufino de Souza (Seu Pedro)
Gumercindo Pereira de Souza (Pastor)
Raimundo (Seu Pena)

Região turística rica em biodiversidade é muito procurada no período da pesca do tucunaré quando os rios da Amazônia estão baixos fazendo a festa de pescadores amadores e profissionais.
Na comunidade encontram-se bares, comércios diversificados, igrejas, campo de futebol que aos domingos fazem a alegria dos moradores, principalmente nos torneios onde participam pessoas de outras comunidades.
A economia gira em torno do frigorífico L.L.Teixeira que emprega grande parte da mão de obra local.
A comunidade é dotada de luz elétrica, posto de telefonia fixa e de água encanada
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